Software, como você já leu, possui a função de controlar o hardware. Ele é um conjunto de intruções, e isso em eletrônica significa que pequenos sinais elétricos circulam pelo computador.
Todo software precisa ser entendido pelo computador, e para tanto, é escrito em linguagem binária (dois níveis lógicos). Como recurso, o ser humano criou linguagens de programação, que facilitam a comprensão humana do código, transformando uma frase ou comandos predefinidos em arquivos binários. Esse arquivo compreensível aos humanos é chamado de código-fonte. Assim, para um software ser executado em um computador, é necessário apenas ter os arquivos binários, os quais são gerados a partir do código-fonte.
Com o passar dos anos, as necessidades foram aumentando de tal forma que hoje é praticamente impossível construir um software complexo que não contenha nenhum erro. À medida que os erros vão sendo descobertos, atualizações e correções são feitas, para minimizar a existência de falhas, e a maneira mais rápida e segura de fazer isso é alterar o código-fonte e recriar os arquivos binários. Infelizmente a maioria dos softwares são produtos comerciais, criados por uma ou mais empresas, que mantém o código-fonte em sigilo absoluto, afim de evitar a espionagem comercial. Elas são responsáveis pelo funcionamento do seu produto, e devem zelar pela sua qualidade, o que em muitos casos não acontece.
Assim, criou-se os softwares com código-aberto, ou seja, softwares que tem o seu código-fonte aberto à toda a comunidade, qualquer um pode modificar e corrigir possíveis falhas. Existem, é claro, regras para isso, que evitam que alguém destrua ou piore o código-fonte original.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
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